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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Família tenta camisas autografadas pela Seleção para tratar síndrome rara

Objetivo é rifar os uniformes para custear tratamento da síndrome de Rett. Julio César doou a primeira camisa à menina de 2 anos, em Teresópolis.
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Luiz Antônio e Fernanda Ribeiro tiveram a ideia de acompanhar os treinos da Seleção Brasileira na Granja Comary na tentativa de conseguir uma camisa autografada pelos 23 jogadores ou até mesmo uma camisa de cada jogador. O objetivo é fazer uma rifa com o uniforme e usar o dinheiro para o tratamento da menina.

(Foto: Arquivo pessoal/Fernanda Ribeiro)

No último domingo (8), Fernanda contou a história de Maria Luíza e a intenção da campanha para uma mulher que estava na portaria. Ela se comoveu com o caso e permitiu a entrada da mãe. O ponta pé inicial foi dado pelo goleiro Julio César, que recebeu a família e presenteou a pequena Maria Luíza com a camisa 12 usada no treino.
“Ele parou para me ouvir, contei sobre a síndrome da Maria Luíza e do tratamento. Ele me ouviu com toda atenção, com a Maria Luíza no colo. Depois ele deu a blusa autografada e tirou foto com ela. Foi muito bacana”, lembrou Fernanda.

Desde a chegada da Família Scolari na casa da Seleção, no dia 26 de maio, a família aguarda o fim dos treinos na esperança de conseguir todos os autógrafos. Para o tratamento da menina, eles esperam arrecadar o valor de R$ 60 mil. Maria Luíza precisa fazer a therasuit, uma modalidade de fisioterapia avançada que pode controlar a única mobilidade que ela tem, o engatinhar.

“Vamos na Granja até o último dia. Não podíamos perder essa oportunidade. Ela não fala, não se comunica, não anda, nem come sozinha. Como ela tem baixo tônus muscular e a doença é progressiva, sem cura, nossa intenção com esse tratamento é preservar o único movimento que a Maria Luíza tem, que é o de engantinhar. Mas também temos a esperança de que ela venha a andar durante a reabilitação. Se conseguíssimos a camisa de todos seria ótimo, pois teríamos mais chances de arrecadar o valor total para o tratamento dela que é no Rio e muito caro. Mas também estamos tentando todos os autógrafos na camisa do Julio César, o que já seria incrível”, explicou Fernanda.

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